Um acordo firmado entre o governo do Distrito Federal e instituições financeiras prevê o repasse de cerca de R$ 6,6 bilhões ao BRB (Banco de Brasília). O caso foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF) e o entendimento foi fechado após duas reuniões realizadas na Corte nesta semana.
A operação prevê um financiamento do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) ao governo do DF. A garantia será oferecida por bancos privados e não haverá uso de recursos da União. O acordo encerra uma disputa judicial que envolvia o banco estatal e o governo local.
O montante de R$ 6,6 bilhões será destinado ao BRB para regularizar pendências financeiras. O caso ganhou repercussão nacional e exigiu a mediação do STF para que as partes chegassem a um consenso.
Outros destaques da semana
Os Estados Unidos classificaram as facções criminosas PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. A medida, que inclui a designação de “Terroristas Globais Especialmente Designados”, deve impactar bancos, empresas e a economia do Brasil. Segundo o governo americano, sem especificar quais, as duas facções atuam em 12 estados dos EUA.
Na área da saúde, a influenza avança no país. Especialistas recomendam o uso precoce do Tamiflu para reduzir internações e mortes causadas pela doença.
No setor de empreendedorismo, quase metade dos MEIs (Microempreendedores Individuais) ainda não enviou a declaração anual. O prazo termina amanhã. Para quem perdeu o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda 2026, é necessário saber quais medidas tomar para regularizar a situação.
Na política, o fim da escala de trabalho 6×1 e o ato dos EUA contra as facções brasileiras criam uma “gangorra eleitoral” entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro.
Por fim, na saúde, um paciente com leucemia morreu sem receber um remédio do SUS que havia sido garantido pela Justiça.
